Rafael Warlet nasceu em São Paulo, onde aprendeu cedo que as maiores verdades não se dizem em voz alta — elas se insinuam.
Advogado por formação, sempre caminhou entre o rigor das leis e o abismo das narrativas. Escreve como quem investiga: cada palavra é uma pista, cada silêncio, uma confissão.
A Última Luz da Consolação é seu romance de estreia — uma obra que mistura horror cósmico, investigação policial e os fantasmas muito reais que assombram a cidade e a mente.
Mais do que contar uma história, Warlet invoca um mundo. Um mundo que se move nas sombras do nosso, à espera de quem ouse espiar.
Vive com a esposa e seus quatro gatos, os guardiões de suas madrugadas insones.
Diz que escreve para não enlouquecer. Mas quem o lê talvez suspeite que a loucura seja justamente o que lhe guia.