Um thriller noir onde o horror se esconde sob o concreto de São Paulo.
Um crime sob a garoa. Um restaurante em ruínas. Um silêncio que esconde algo antigo.
Em uma São Paulo dos anos 90, uma mulher é encontrada morta em um restaurante abandonado na Consolação. Nenhuma prova. Apenas uma faca no peito e a sensação de que algo muito errado acaba de despertar.
A Última Luz da Consolação é um romance policial com alma noir e ecos de horror cósmico — onde o verdadeiro terror não está no sangue, mas no que insiste em permanecer enterrado sob o concreto.
O livro de estreia de Rafael Warlet, lançado pela editora Ipê das Letras
Rafael Warlet nasceu em São Paulo, onde aprendeu cedo que as maiores verdades não se dizem em voz alta — elas se insinuam.
Advogado por formação, sempre caminhou entre o rigor das leis e o abismo das narrativas. Escreve como quem investiga: cada palavra é uma pista, cada silêncio, uma confissão.
Vive com a esposa e seus quatro gatos, os guardiões de suas madrugadas insones.
Diz que escreve para não enlouquecer. Mas quem o lê talvez suspeite que a loucura seja justamente o que lhe guia.