A Última Luz da Consolação

Um thriller noir onde o horror se esconde sob o concreto de São Paulo.

São Paulo, 1993.

A cidade pulsa sob a garoa, abafada por concreto, silêncio e segredos esquecidos.

Quando o corpo de uma mulher é encontrado no salão de um restaurante antigo — limpo, arrumado, posicionado com reverência — o investigador Pedro é chamado para o que deveria ser apenas mais um caso. Mas logo percebe: não há sinais de luta, não há digitais, não há pistas. Apenas o silêncio, e uma cena montada com precisão ritual.

Ao lado de uma perita forense meticulosa, Pedro mergulha em uma investigação que desafia lógica, ciência e sanidade. Cada nova pista os aproxima de uma rede de símbolos, manuscritos e ecos do passado — e de um homem: Dante Morelli, o viúvo da vítima, dono do restaurante e herdeiro de um trauma enterrado junto à própria cidade.

O assassinato não foi só um crime. Foi um chamado.

Um culto silencioso. Um sussurro vindo das rachaduras da realidade. Uma força oculta que dorme sob São Paulo — e que talvez esteja despertando.

A Última Luz da Consolação é um thriller sombrio onde o horror não se revela com sangue… mas com ausência. Uma história sobre culpa, fé, loucura — e aquilo que espreita sob a superfície do mundo.

Dante Morelli

Dono da Trattoria Sant’Elmo, restaurante clássico no coração da Consolação, Dante é um homem marcado por perdas e silêncios.
A fachada de comerciante discreto esconde feridas profundas e um passado que se recusa a permanecer enterrado.
Viúvo. Solitário. À beira do colapso — pessoal e financeiro —, Dante é arrastado de volta ao centro de uma história que parecia esquecida. Mas algumas histórias não esquecem ninguém.

Investigadores

Na Consolação, um crime impossível une dois opostos. Pedro, um investigador veterano e cético, carrega nas costas os fantasmas de uma cidade que não perdoa. Já viu de tudo — ou pensava ter visto. Ela, perita forense, exata, lógica, é movida por dados e silêncio. Mas a cena do crime desafia cada uma de suas certezas. Juntos, enfrentam mais do que um assassinato: encaram uma verdade que desafia o tempo e a razão. A cada pista, a cada símbolo, a realidade parece se curvar. Nem tudo que sangra é humano. Nem todo crime termina com justiça.

São Paulo, 1993

Não é apenas cenário — é presença. Com suas ruas molhadas, sua arquitetura cansada e seus segredos enterrados sob concreto, São Paulo respira como quem carrega algo antigo demais para ser lembrado. Nos bairros da Consolação e do Paraíso, histórias esquecidas voltam a pulsar. Vozes sussurram entre becos, símbolos surgem em paredes, e a cidade parece assistir em silêncio. Não é só o palco de um crime. É cúmplice. Na São Paulo de 1993, o passado não ficou para trás. Ele está vivo, faminto, esperando a próxima rachadura para escapar.

Trailer de Lançamento